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Sou uma pessoa que ama a vida, a família e os amigos. Funcionária pública e estudante do curso de pedagogia da UNEB-Universidade do Estado da Bahia/Campus X -Departamento de Educação.

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

RESUMO: MEKSENAS, Paulo. Pesquisa social e ação Pedagógica: Conceitos, Métodos e Prática _ Editora: Loyola, São Paulo, 2002.

Ao escrever o livro o autor quis mostrar que a educação aparece juntamente com o trabalho, como atividade importante no processo das formações sociais, o ser humano desenvolve-se por meio de interações, ele age a favor ou contra a sua espécie para assim garantir a sua sobrevivência e a do coletivo. Mediante de suas ações no mundo, os homens passam a fornecer e apontar o que conhece por civilização, que no contexto social é a possibilidade de a humanidade produzir a história com situações ainda nunca vista que partem de outras mais antigas. Nesse processo de civilização, a educação cumpri o papel principal. Segundo Pimenta o que estabelece uma diferença entre a pedagogia das demais ciências é o fato da pedagogia interpretar a educação, compreender vários aspectos, como o próprio aluno, o saber, o professor e a situação institucional da escola, que em outras ciências não é possível ver. O autor nos deixa bem claro que na formação do pedagogo é necessário que o haja pesquisa, pois a pesquisa é a capacidade de produzir um conhecimento específico e a compreensão de determinado fato, fenômeno ou relação social. A pesquisa também é fundamental na educação escolar, assume a capacidade de criar mediações e interações que envolva o sujeito do ensino aos sujeitos da aprendizagem. Meksenas coloca que ser pedagogo é ver-se crítico de contextos sociais e econômicos, que discuta em prol da escolarização pública, democrática e de qualidade. Colocou que o pedagogo em formação procurasse não ser presa fácil das concepções que uma vez superestimam e outras vezes subestimam a educação escolar. Bachelard nos mostra que todo pesquisador e todo professor podem escolher ser apenas pesquisador, ou apenas professor. No entanto uma ciência para a democracia só é possível quando todo pesquisador se reconhece como professor e, do mesmo modo, todo professor se reconhece como pesquisador. Segundo o autor quando lutamos por fazer pesquisa, fazer educação escolar o primeiro passo é lutar contra a hierarquização entre o trabalho manual e intelectual, contra o método único, enfim contra a pedagogia única. É preciso lutar por fazer ciência e pesquisa de modo indissociável do processo de sua socialização na educação escolar. Portanto somente em uma sociedade onde não reina a dominação de classe poderá verdadeiramente reconhecer que toda pesquisa da educação deve ordenar-se a um projeto de sociedade, uma vez que a pedagogia social é uma pedagogia socialista.

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